Mike Featherstone afirma que a arte se tornou menos elitista por conta de sua profissionalização e democratização.
A arte era um privilégio dos ricos, da burguesia, mas haviam alguns poucos artistas que inovavam, criando novos conceitos, que, de maneira não muito abrangente criavam signos na sociedade. Os símbolos eram apenas entendidos pela alta sociedade, pois era a única classe social que exercia o consumo cultural.
O Crescimento na quantidade de intermedi´rios culturais possibilitou a criação em massa de símbolos, e o número cada vez maior destes visionários fez que surgisse uma nova classe profissional, que diminuiu a distância entre as classes sociais.
A criação “industrial” de símbolos fez a alta sociedade consumir cada vez mais produtos, mas ao mesmo tempo tornou acessível as classes mais baixas um gigantesco repertório cultural.
Esta nova classe [de intermediários culturais], através da profissionalização, ganhou uma visão estratégica, o que possibilitou a aplicação do consumo cultural ao modelo capitalista, tornando-se desta maneira a classe responsável em ditar as regras do presente e também responsável em criar e planejar o futuro.



