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O realflow é capaz de criar liquidos em movimento cada vez mais realista, logicamente o tempo de renderização, mesmo com uma potente máquina, é demorado, exigindo o máximo do processamento. Confira os vídeos, vale muito a pena!
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Depois que a DC anunciou o reboot no seus (ou seriam seus) universo pensei: de novo?
Pense comigo: a quanto tempo o Super Homem foi criado? E por que ele sempre é jovem? Por que a história nunca acaba? HQ pra mim é igual novela, não preciso acompanhar pra saber a história, basta ver os spotlights pra saber e procurar uma ou outra coisa nos MDM’s e Matando Robos Gigantes da vida. Mas vamos deixar isso de lado e falar um pouco do visual dos personagens.
O Super sempre teve aquela cueca vermelha por cima do uniforme. Uma fase legal foi depois da galhofada ressurreição do Super quando ele usou uniforme vermelho à la Homem Aranha. AGora o visual é cheio de linhas moderninhas que, vão por mim, homem algum ira desenhar, a não ser os ilustradores de capas e nerds bitolados.
O Lanterna Verde vem numa grande fase. Poderes legais, histórias legais, personagens legais, super bakground que permite a criação de uma mitologia incrível. Mas toda essa palhaçada de vários universos é sempre uma ameaça. Parece desculpinha de editora medrosa ou roteirista preguiçoso que escreve a primeira porcaria que surge na cabeça. Sério, seria de grande favor pra DC e pra Marvel se alguém fizesse um diagrama da linha do tempo, e assim ninguém se perderia precisando criar um universo paralelo pra tentar me enganar que foi tudo planejado.
A Mulher Maravilha com calças? Sim, eu “gosto”. Logicamente quanto menos roupas, melhor, mas pensando na história, e na vergonha alheia quando imagino qualquer super herói no mundo real, penso que as calças é o mais sensato. Ela não perde a sensualidade. E se Mike Deodato desenhasse-a, até de agasalho esquimó ela ficaria sexy. Quando digo vergonha alheia, é que tem coisas muito bregas nos quadrinhos, O Sper Homem e o Homem aranha ficam ótimos em sues uniformes nas adaptações live action, porém o Batman precisou de um upgrade, e os X-men de um personal stylist para usar as roupas pretas. Igual o Wolverine, que ficou bacana naquela jaqueta, que só não comprei no mercado livre, pois no anúncio aparecia uma do piloto de Nascar Jeff Gordon.
O Flash? O Flas eu gosto. Ele é mais populas entre os brasileiros que o Lanterna. Antes de me xingar, esqueça seus amigos nerds e pense na sua mãe. Pergunte a ela quem é o homem mais rápido do mundo e ela responderá: “O The Flash” (repare no artigo usado duas vezes). Ele é famosão! Fez sucesso na TV das antigas, assim como o Batman e o Hulk, que são tão famosos quanto o Super. O visual nnao mudou muito, mas ficou mais moderninho, passando a idéia de que não é um simples pano que se rasgaria a 900km/h, e sim, um material resistente. Pode não ser. Roteiristas de HQ não sabem nada de física.
O Aquaman é tosco demais. Ele fala com os peixes! Mas isso é apenas gosto pessoa. O visual ficou legal. Agora fico pensando do que é feita aquela roupa. Escamas? Se ele é amigo dos peixes, do que ele fez aquela roupa de escamas? E aquele Tridente de 5 pontas? TRIdente tem 3 pontas… mas tudo bem, ignorem qualquer ofensa, nunca me interessei pelo personagem…
O Ciborgue no lugar do Ajax achei uma baita falta de respeito, e acho incrível o designer preguiçoso que tirou uma das mãos e colocou um canhão à la Megaman. Coloca as duas mãos e deixa ele segurar uma arma. O Ciborgue deveria desaparecer em algum momento da história e assim o Ajax entrar, se bem que aquele He-Man marciano verde é tosco também. Sabe quem eu colocaria no lugar? Ray, o homem sem pulmão. Sim, apenas colocaria pulmões nele. Poxa, que personagem legal. Pobre, desmotivado, abandonado… O visual dele precisaria de um reboot. Mas, melhor que qualquer um destes é o Super Marvel. Aí sim a liga seria extraordinária.haha
Esqueaçam a versão malhação da Liga. Ignorem. Jamais comprem revistas, quem sabe assim eles desapareçam. Esqueçam outros personagens toscos que foram criados apenas para que a concorrência não usasse os poderes. Esqueça tudo isso e fique apenas com estes. E o Robin. O Robin é legal. O Super Choque também.
Bom, é apenas minha opinião. Mas tomem isso como verdade no Universo DC e verão que ele se tornará mais bonito.
“O segredo não é colocar. O segredo está em tirar.” – Mark Zuckerberg
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Mike Featherstone afirma que a arte se tornou menos elitista por conta de sua profissionalização e democratização.
A arte era um privilégio dos ricos, da burguesia, mas haviam alguns poucos artistas que inovavam, criando novos conceitos, que, de maneira não muito abrangente criavam signos na sociedade. Os símbolos eram apenas entendidos pela alta sociedade, pois era a única classe social que exercia o consumo cultural.
O Crescimento na quantidade de intermedi´rios culturais possibilitou a criação em massa de símbolos, e o número cada vez maior destes visionários fez que surgisse uma nova classe profissional, que diminuiu a distância entre as classes sociais.
A criação “industrial” de símbolos fez a alta sociedade consumir cada vez mais produtos, mas ao mesmo tempo tornou acessível as classes mais baixas um gigantesco repertório cultural.
Esta nova classe [de intermediários culturais], através da profissionalização, ganhou uma visão estratégica, o que possibilitou a aplicação do consumo cultural ao modelo capitalista, tornando-se desta maneira a classe responsável em ditar as regras do presente e também responsável em criar e planejar o futuro.
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A segunda-feira começou assim:
“Williams announces engine deal with Renault from 2012, renewing title-winning partnership!”
“Williams anuncia acordo de motores com a Renault a partir de 2012, renovando a parceria campeã!”
A notícia se espalhou pelo twitter, e anunciada pelo piloto Rubens Barrichello que provavelmente terá o prazer de pilotar uma AT&T Williams Renault.
A Williams como sabemos, está péssima, com raros picos de desempenho satisfatório. Desde o fim da parceria com a BMW a desempenho caiu, a posição que na época era de segunda ou terceira equipe, brigando com a ferrari, passou a ser de terceira ou quarta equipe, mas mesmo assim, uma das grandes. Quando a parceiria com a BMW foi terminada, a quipe passou a brigar com as menores, do pelotão de meio da categoria.
Depois da Damon Hill e Jackes Villeneuve, não houveram mais campeões da Williama, apenas algumas vitórias de Half Schumacher e Juan Pablo Montoya. Outros pilotos passaram pela equipe, sem sucesso.
Os motores Renault foram os que derrubaram a supremacia Ferrari/Schumacher, a bordo da Renault de Fernando Alonso e Jarno Trulli. Depois do bi campeonato (2005 e 2006), houveram vitórias da Ferrari (2007 com Kimi Haikonen), McLaren (2008 com Lewis Hamilton), Brawn (2009 com Jason Button) e RedBull (2010 com Sebastian Vettel). Nos últimos 10 anos os campeões foram:
6 vezes Ferrari, 3 vezes Renault e 2 vezes Mercedes.
Mas se levarmos em consideração os últimos 20 anos, fica evidente:
9 vezes Ranault, 6 vezes Ferrari, 4 vezes Mercedes e 2 vezes Honda.
Isso sem considerar que este ano (2011) Sebastian Vettel é praticamente o campeão, vencendo 6 das 8 provas disputadas até agora. Aposto na Williams ano que vem, brigando de igual pra igual com a RedBull e colocando mais lenha na fogueira. A Force India terá de se contentar em brigar com a Sauber e a Toro Rosso.
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Redes Sociais from Noblink.tv on Vimeo.
Via @arquivy
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Denomina-se design qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Esse processo normalmente é orientado por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema.
Exemplos de coisas que se pode projetar incluem muitos tipos de objetos, como utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes e também imagens, como em peças gráficas, famílias tipográficas, livros e interfaces digitais de softwares ou de páginas da internet, entre outros.
Design é também a profissão que projeta os artefatos. Existem diversas especializações, de acordo com o tipo de coisa a projetar. Atualmente as mais comuns são Design de Produto, Design Gráfico, Design de Moda e o Design de Interiores. O profissional que trabalha na área de Design é chamado de designer.
Finalmente, o Design pode ser também uma qualidade daquilo que foi projetado.
O termo deriva, originalmente, de DESIGNARE, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design. Houve uma série de tentativas de tradução do termo, mas os possíveis nomes como projética industrial acabaram em desuso.
Segmentos de Design
Design automobilístico, Design de Jóias, Design de Móveis, Design Gráfico, Design de Moda, Design de Interiores, Design Editorial, Webdesign, Design de Marca, Design Aeronáutico, Design de Quadrinhos, Design de Games, Design de Brinquedo, Design Tipográfico, Design Editorial, Design de Embalagem, Design Digital, entre outros.
Design Automobilístico visa tornar os automóveis produtos de consumo com identidade própria, além de buscar aperfeiçoamentos técnicos como maior segurança, uso de materiais ecológicos, conforto e apelo visual.
Design de Jóias Desenvolvimento e aperfeiçoamento de jóias têm objetivos estéticos e culturais, associando cores, pedras e outros materiais, para satisfazer as vontades e necessidades do público alvo.
Design de Móveis
O design de móveis agrega funcionalidade e estética à partir da análise de materias, detalhes e estudos ergonômicos.
Qual a tecnologia usada por cada segmento de design?
Design Gráfico
O designer gráfico, quanto a tecnologia, deve conhecer pelo menos os programas básicos de edição de imagem, de criação e de fechamentos de arquivos, afim de reproduzir de maneira criativa suas idéias num projeto e depois reproduzir fielmente o projeto na mídia impressa. Programas mais usados: Adobe Photoshop, Adobe Illustrator, Corel Draw, Corel Painter, Acrobat, Inkscape (software livre).
Design de Produto
O designer de produto deve conhecer as ferramentas digitais necessárias para representação de seus projetos, tais como: Auto CAD, Rhinoceros (Nurbs), 3D Studio Max (Mash), renderizadores, Photoshop, Corel Draw, Adobe Illustrator.
Design Automobilístico
O designer automobilístico deve ter todo conhecimento de um designer de produtos, com mais alguns conhecimentos do design de games, aliando este poder para criar os produtos da principal indústria mundial. Programas: Auto CAD, Rhinoceros (Nurbs), 3D Studio Max (Mash), renderizadores, Photoshop, Corel Draw, Adobe Illustrator.
Design de jóias
O especialista necessita conhecer em profundidade as distintas técnicas de produção, para assim poder atender às exigências de cada estabelecimento industrial e estar preparado para trabalhar na esfera joalheira em geral, colaborando também no aprimoramento de coleções personalizadas. Também é necessário ter conhecimentos em programas renderizadores e modeladores, como Rhinoceros, para poder modelar as jóias.
Design de móveis
É necessário ter conhecimento de materiais e processos de fabricação, que depois serão agregados a um programa renderizador para demonstração do produto.
Atualmente o Design vem se tornando uma importante ferramenta. Um crescente número de empresas tem reconhecido a importância do Design direcionado para a inovação como meio de alcançar uma vantagem competitiva sustentável.
Nesse contexto, a “cultura do design” está apta a oferecer uma forte contribuição na formação de habilidades empresarias competitivas. Uma abordagem ao design abdutiva, interativa e intrinsecamente orientada para mudar e conseguir estabelecer uma visão de novas possibilidades pode de fato fornecer a base fundamental para a competência competitiva e para estratégias de gestão da inovação.
Todo designer já enfrentou dificuldades um dia ao tentar explicar o que faz para viver. “Desenho marcas, desenvolvo embalagens, crio cartazes”. É muito amplo, e às vezes incompreensível o alcance do trabalho do designer. Esse tipo de situação reflete bem o panorama do mercado de design no Brasil. Ele não é mais o mesmo.
A atuação dos escritórios de design vêm mudando bastante nos últimos tempos, assim como tem acontecido com as agências de publicidade. Essa mudança é fruto do papel que o design e a comunicação têm exercido nas corporações e em seus produtos. As empresas estão percebendo que o design é talvez a única e mais poderosa ferramenta de Inovação. Um diferencial que muda a experiência com os produtos, alavanca vendas, gera credibilidade e agrega valor a seus produtos.
Como conseqüência dessas mudanças, os escritórios de Design dispostos a participar ativamente deste ciclo que se inicia, deverão necessariamente começar a trabalhar como consultores, em um nível diferente de atuação, e com “status” na cadeia de negócio do cliente. Referimo-nos portanto, à tão comentada e talvez jamais alcançada profissionalização desse setor – algo que já ocorre nos EUA, na Inglaterra e alguns países da Europa.
Os “designers” estão se transformando de “fornecedores de lay-outs a fornecedores de ideias”. Tais fatos nos conduzem à conclusão de que os escritórios de design com pretensões a atuar no âmbito restrito e competitivo da “consultoria” e da “comunicação” terão que se conscientizar de que já se foi o tempo em que poderiam ser confundidos com um ateliê de artistas.
Associações de Design no Brasil (entre outras):
ABRAWEB – Associação Brasileira de Webdesigners e Webmasters.
A Associação Brasileira de Web Designers e Webmasters tem o objetivo de servir aos interesses dos profissionais da web: designers, programadores, consultores, administradores de sistemas, produtores de conteúdo, profissionais de atendimento e empresas nas diversas modalidades de ambientes virtuais interativos. Visa integrar o profissional e o mercado de trabalho, aperfeiçoando este relacionamento e apre- sentando novas formas para aumentar a qualificação dos seus associados.
ABRE – Associação Brasileira de Embalagem.
A ABRE é uma entidade sem fins lucrativos, com mais de 270 associados. Fundada em 1967 por um pequeno grupo de grandes companhias, a ABRE tem o objetivo de representar os interesses da indústria de embalagem, fomentar as atividades deste setor bem como proporcionar ferramentas e estimular o constante aprimoramento das embalagens brasileiras.Em 1998, a ABRE criou o Comitê de Design, que reúne hoje 39 agências especializadas em Design de Embalagem. Entre outras atividades, o Comitê se dispõe a orientar as empresas e assessorá-las na contratação deste serviço. O site tem um manual para a contratação de serviços de design.
ADG – Associação de Designers Gráficos do Brasil
Além de oferecer informações sobre as atividades organizadas pela associação, ap- resenta artigos, fórum de discussão, chats com designers profissionais e enquetes sobre temas ligados ao Design Gráfico.
ADP – Associação de Designers de Produto
A ADP é uma sociedade civil sem fins lucrativos, de caráter cultural e de âmbito nacional que tem o objetivo de aproximar os profissionais, estudantes, instituições e empresas da área com a finalidade de fomentar, divulgar, regulamentar e apoiar a atividade do design no Brasil.
GENTE – Grupo de Ergonomia e Novas Tecnologias
O GENTE é um grupo de pesquisa em Ergonomia ligado ao Programa de Engenharia de Produção/COPPE/UFRJ. A ênfase do seu trabalho está na modernização tecnológica e reestruturação produtiva das organizações, dentro da perspectiva ergonômica, e em tudo o que está relacionado aos postos de trabalho em suas interfaces com os operadores.
Associações de Design no exterior (entre outras):
AIGA – American Institute of Graphic Arts AIGA
A associação profissional de Design, estimula a pensar sobre o projeto, demonstra o valor do pro- jeto e autoriza o sucesso dos designers em cada estágio de suas carreiras. AIGA missão é avançar projetar como um ofício profissional, instrumento estratégico e força cultural vital. Fundada em 1914, AIGA permanece a mais antiga e maior organiza- ção de associação profissional de Design, e é uma organização sem fins lucrativos, 501 (c) (3) a instituição de ensino.
AWID – Association of Women Industrial Designers AWID é um defensor de projetos que enriquecem a crescente consciência pública do trabalho de mulheres designers industriais – passado, presente e no horizonte. AWIDweb proporciona um fórum para divulgar o trabalho dos membros e para a divulgação da notícia atual design e informação.
The Ergonomics Society Orienta sobre carreiras em ergonomia, treinamento na área através de cursos rápidos e formação educacional do ergonomista.
Associação Nacional de Designers (Portugal) Criada em 2003, a associação portuguesa tem por objetivo a defesa do Design e dos profissionais de Design; o reconhecimento e institucionalização da profissão; e a defesa e a orientação dos profissionais de Design, junto das instituições públicas ou privadas.
Concursos de Design:
Problemas
• Há uma carência na representação de classe na área de Design de produto. A ADP – Associação dos Designers de Produto não fornece tabela de precificação ao contrário da ADG – Associação dos Designers Gráficos, que periodicamente fornece uma nova tabela com preços atualizados.
• Concentração dos escritórios e agências no estado de São Paulo, principalmente na capital.
• O mercado não conhece o designer, e o designer não sabe se fazer conhecer no mercado. O desconhecimento do mercado gera um desconhecimento do exercício da profissão, fazendo com que haja um aumento da demanda por outras profissões que atuem em áreas limítrofes, porém mais tradicionais.
• A ramificação do Design, que começou com programação visual e projeto de produto, posteriormente subdividindo-se em muitas outras. Ocorre que os profissionais formados por estas divisões e subdivisões, limitam-se ao recorte feito e não ao contexto geral do Design.
• A formação dos profissionais, foca-se no mercado industrial e de agências, dando menos ênfase ao lado criativo, sendo muitas vezes cópia de modelos educacionais de outros países, e que em alguns casos não se aplica a realidade local.
Oportunidades
• Apesar da concentração dos cursos e de agências de Design em São Paulo, há uma grande absorção dos novos profissionais, o que também ajuda na troca de conhecimentos.
• Os concursos ajudam estudantes e profissionais a se destacarem no mercado.
• O aumento da concorrência na área, aumenta o nível do ensino, o que torna os profissionais mais qualificados, agregando conhecimento de outras áreas.
• A grande área inexplorada no país, oferece grandes oportunidades de trabalho e a chance de se firmar no mercado de maneira inovadora, por se tratar de áreas que ainda não tem uma opinião formada a respeito da profissão.
• A tecnologia que temos hoje, permite ao profissional infinitas possibilidades com alto nível de precisão e qualidade na execução dos projetos.
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O que eu mais queria aconteceu: Nascar e F1 juntos. Quer mais? Em Glen (no traçado da Fórmula Indy)! E não estou falando de Juan Pablo Montoya nem Scott Speed.
Dá pra notar o receio do Stwart a bordo da McLaren com medo de fazer as curvas com o pé em baixo. É como dizem: isso aqui é F1 amigo!
Se trata de um modelo de 2008 sem todas as limitações aerodinâmicas. Vale a pena curtir! E obrigado rFactor por existir e me permitir sonhar (em dobro)!
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Estou aqui pra falar de uma nova empreitada que atrai muitos profissionais e coloca medo em muitos outros: trabalhar de maneira independente como freelancer.
Creio que é uma das melhores maneiras, mas não a mais fácil. Como empregados trabalhamos 11 meses por ano, recebemos 13. Temos nosso dinheiro garantido por direito e cresça ou sofra uma recessão a empresa, ganhamos a mesma quantia. Traduzindo: estamos garantidos. Agora, pessoas com anseio de crescimento podem se frustrar muito neste sistema de mais valia. Como dizia uma frase que escutei recentemente: “Vai lá garoto! Empurre seu chefe pra cima ou pra fora!” É sim, muito bom, porém muita gente acaba frustrada. Não digo pelo dinheiro, e sim por trabalhar por objetivos alheios.
Como designer a principal meta é proporcionar crescimento financeiro aos clientes através de valorização de marca, produtos melhores e mais eficientes no sistema produtivo. Porém não é uma tarefa fácil.

Milhares de pessoas todos os dias aceitam produtos medíocres por falta de opção, e pessoas oportunistas, não num sentido pejorativo, como por exemplo o inglês Richard Branson, vêem neste tipo de situação a oportunidade para oferecer produtos melhores e mais eficientes que abrem a visão do consumidor e estabelecem um novo padrão no mercado fazendo que a concorrência precise correr atrás
E por isso mesmo que creio que através da independência criativa podemos ir ainda mais longe, cooperando com serviços personalizados, assumindo riscos maiores para obter maiores resultados.
Um ótimo exemplo é o Facebook, comandado pelo garoto Mark Zukerberg. O Yahoo! tentou comprar o site mais de uma vez, chegando a oferecer um bilhão e mais um “pouco” se necessário. Porém, é sabido que 90% das fusões de start-ups resultam em fracasso por um mero motivo: uma delas necessita mudar o foco, quando não as duas. Zukerberg porém manteve em suas mãos o controle da empresa, não vendendo-a, como também mantendo controle absoluto nas decisões, desta maneira fazendo a empresa ter uma personalidde, e ele é um garoto com personalidade suficiente para emprestar um pouco para um site jovem, dinâmico e minimalista como é o Facebook.

O freelancer, como dizem, trabalha mais que o empregado. As responsabilidades aumentam, ele precisa ser o criador, o arte-finalista, o atendimento, a recepção, o office-boy, etc. Não pode haver tempo ruim, e também não pode haver preguiça. A preguiça fada qualquer um ao fracasso pois impede que as ideias saiam do imaginário. Grandes projetos não se tornam grandes instantaneamente, é preciso primeiro iniciá-lo, pra depois feazê-lo andar a então por pra correr. Mas creio na máxima que é melhor errar rápido que acertar devagar.
Nunca tenha apenas ideias. ideias não morrem, mas se modificam, e poucas ideias são tão boas quanto as primitivas. Explico: coisas que as pessoas sempre precisam são comida, roupas e remédios. Na hierarquia de Maslow isto se encaixa dentro das necessidades básicas. Todas as outras coisas que vêm depois, vêm apenas após serem satisfeitas as básicas. Por isso ideias primitivas são tão incríveis, elas são a representação das necessidades entendidas pelo nosso subconsciente e precisam ser exteriorizadas. Permitir refinamento antes de torná-las início de projecto é deixar a essência morrer. Por isso mesmo ando sempre com um Moleskine, mas pode ser qualquer papel. O criador do Ford GR1 o desenhou antes no vidro do boxe do banheiro, isto sem falar nas milhares de histórias de guardanapo. Da Vinci, Zukerberg, Graham Bel, Richard Branson, entre outras figuras, anotam, ou anotavam todas as ideias que surgiam, mas o principal era: eles as colocavam em prática o quanto ante.

Mas você não acha precipitado sair colocando em prática todas as ideias? Não. Poucas são as pessoas dispostas a mover um dedo pra fazer alguma coisa. As pessoas não tem fé, querem apenas a solução. Nos concursos que conduzi pela web, o número se reduz drasticamente quando as pessoas precisam criar, ou se moverem pra participar, por isso sorteios de RT são grande sucesso. Até a frase de comprometimento já vem pronta.
Praticar sempre. Trabalhar também. Absorver o tempo todo. Esteja sempre preocupado em fazer seus concorrentes ficarem ao menos um passo atrás, mesmo que você precise seguir mus estratégia de seguimento de líder. faça melhor sempre. Aprendi que trabalhos mais ou menos vendem também, mas trabalhos mais primorosos, do início ao fim atendem, alem do que se espera que seja implícito de determinado produto, também atingem outras expectativas, e o design não é muito diferente da literatura, então se escrever bem é dizer mais usando menos palavras, o design segue o mesmo princípio, por isso diga mais usando menos, não seja preguiçoso, não faç um design preguiçoso, você pode fazer muito melhor.
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Vídeo da Puma para o dia dos namorados. Vi este vídeo no ano passado, e precisava recompartilhá-lo no momento adequado! =D
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